(oficineiro José)
Conversas (não a mostra) sempre são boas pra matarmos alguns bichos e fazermos renascer outros.
Sexta foi um dia de conversa entre as equipes do Espaço Educativo e do Três Fronteiras. Entre cobras e bichos de madeira, todos saíram vivos.
E, com certeza, as duas oficinas que foram realizadas lá hoje herdaram um pouco da purificação desse momento.
Ambas foram com a ESCOLA URUGUAI, com a 6ª série.
A primeira foi com parte da turma, antes da mostra. A tarefa deles era a de, divididos em três grupos de exploradores, desbravar um país chamado Tríplice Fronteira. Um dos grupos revelaria para o mundo a moeda deste local, seu nome, seu valor, etc. O outro publicaria um dicionário com as palavras do local, nomeando o idioma, etc. O terceiro delimitaria o território, a vegetação, a população.
A conexão da turma foi fundamental para que o trabalho saísse melhor do que o esperado. Tivemos um país em forma de triângulo, com 65 habitantes, com apenas um rio e cuja fronteira fica no meio do país. O idioma deles é o ILIG EMIAJ (leia ao contrário) e as palavras foram baseadas na inversão das palavras em português também. A moeda é o GAMA, é feita de prata e 1 GAMA vale 1000 reais.
A segunda oficina, com a outra parte da turma surgiu logo após o último trabalho que eles visitaram, o da Minerva Cuevas. Discutiu-se sobre a presença das empresas na nossa vida, tendo como exemplo-mor a Coca-Cola. Aí se fez referência a outro trabalho da Minerva, aquele em que ela modifica rótulos de produtos e remarca no supermercado. A tarefa aqui era a de cada grupo pensar em uma marca, logomarca, slogan ou campanha que gostaria de modificar a fim de mudar a imagem que a empresa transmite.
Foi mesmo muito bom!
Obrigado à turma pelo empenho.
Às professoras, por trabalharem junto.
À Cecília, pela ótima mediação.
À Vanessa, que pegou a turma depois da oficina (como foi?).
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
muito massa!
um post-comentário
Muito bem dito, Estêvão. Também quero comunicar meu contentamento por estar fazendo parte desta rica experiência. Um ótimo campo de diversidades, adversidades e liberdades nascentes.
Um grande abraço em cada um dos colegas: oficineiros, mediadores, coordenadores...
zé
Muito bem dito, Estêvão. Também quero comunicar meu contentamento por estar fazendo parte desta rica experiência. Um ótimo campo de diversidades, adversidades e liberdades nascentes.
Um grande abraço em cada um dos colegas: oficineiros, mediadores, coordenadores...
zé
domingo, 7 de outubro de 2007
Cinco semanas se passaram...
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E estamos aqui, sobrevivemos. Na verdade, estamos, inclusive, fazendo um ótimo trabalho. Aos trancos e barrancos a equipe se sustenta, um ajudando o outro, numa sinergia necessária. Todos cresceram e ninguém vai sair daqui igual a quando entrou. Mais seis semanas nos aguardam, com certeza, cheias de desafios. Estamos preparados. Temos mais sorte do que juízo, mas no brilho dos nossos olhos se pode perceber a vontade de melhorar a cada dia. Como Camnitzer me disse no início, "já é um sucesso".
Sou feliz por ter o privilégio de fazer parte desta equipe e por poder fazer este trabalho.
Quis compatilhar aqui algumas fotos que fiz nestes dias.
Um abraço,
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